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sexta-feira, 11 de abril de 2008

Bombeiros defendem que há muito a fazer na articulação de meios de combate a fogos florestais


O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto, afirmou hoje, no Funchal, que em Portugal "ainda há muito a fazer na articulação de meios em termos de prontidão no combate aos incêndios florestais". Fernando Curto falava à margem do VII Congresso Regional da ANBP, que decorre hoje e amanhã no Funchal e reúne cerca de 250 bombeiros de todo o país.

O Governo decidiu acabar com a designada "época de incêndios", no Verão, determinando que todo o ano seja considerado de risco, embora com fases distintas. A Fase Alfa vai de 01 de Janeiro a 14 de Maio, a Fase Bravo de 15 Maio a 30 de Junho, a Fase Charlie de 01 de Julho a 30 de Setembro, e a Fase Delta de 01 de Outubro a 31 de Dezembro.

A esse propósito, Fernando Curto considerou existir "uma melhoria substancial", porque não existe "balizamento" em termos de períodos do ano, mas sustentou ser necessário "estar preparados um ano inteiro, pelo que a mão-de-obra, que são os bombeiros, terão que ter uma maior organização e um estatuto de carreira". "Não podemos recrutar sazonalmente bombeiros para intervir nos incêndios florestais ou nas cheias, temos de ter um quadro próprio", defendeu.

Para Fernando Curto, "vamos ter sempre incêndios em Portugal enquanto não houver um ordenamento nos terrenos, o que passa mais pela limpeza florestal do que pelo combate, através dos Ministérios do Ambiente e da Agricultura e das câmaras".

Fernando Curto defendeu que deve ser feito este "grande investimento", salientando que é também imprescindível o "controlo da Polícia Judiciária" para os fogos postos de forma criminosa. Contudo, "se não houver um investimento grande nos meios humanos, nos bombeiros, pode haver meios aéreos e tudo, mas não funcionam no terreno", concluiu o presidente da ANBP.

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